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	<title>Artigos &#8211; Batalhão Suez</title>
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	<title>Artigos &#8211; Batalhão Suez</title>
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		<title>Nota de Repúdio e Solicitação de Derrubada de Veto</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 13:20:43 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-06-16-as-23.44.45-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-4318" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-06-16-as-23.44.45-1024x1024.jpg 1024w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-06-16-as-23.44.45-300x300.jpg 300w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-06-16-as-23.44.45-150x150.jpg 150w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-06-16-as-23.44.45-768x768.jpg 768w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-06-16-as-23.44.45-1536x1536.jpg 1536w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-06-16-as-23.44.45-1568x1568.jpg 1568w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-06-16-as-23.44.45.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">O projeto de lei 8.254 que garantia uma pensão de dois salários mínimos para os Integrantes do Batalhão Suez, foi vetado pelo Governo e seus aliados. Os íntegrantes do Batalhão Suez, são os únicos BRASILEIROS com um Prêmio Nobel da Paz, de 1988, por ser uma das Forças de Paz da Organização das Nações Unidas, por sua participação na mais longa missão do Exército Brasileiro em zona de guerra no século XX, através da sua participação da Guerra dos seis dias, na Faixa de Gaza. Nosso grupo entende que não pode haver dois pesos e duas medidas para balizar benefícios em um só Governo e que se é possivel pagar benefícios a anistiados políticos no Brasil, também deve ser possível valorizar heróis de guerra pela sua contribuição pela paz no mundo, reconhecidos pelo Nobel e pela ONU! Além disso, a autoria da proposta é do Próprio Partido dos Trabalhadores e, sendo assim, solicitamos a derrubada do veto Presidencial e o respeito a esses honrados membros das Forças de Paz do mundo no Brasil. O valor de dois salários mínimos por integrante é justo, legítimo e um reconhecimento importante para esses homens de valor. Não se trata de algo que venha a ser abusivo ou que venha a comprometer os cofres públicos, mas sem dúvida, ajudará os remanescentes desse grupo a ter mais qualidade de vida e se sentirem valorizados e recompensados pelo seu país em seu mérito. Lembramos a morte do Cabo Ilha como exemplo de risco real destes combatentes. O Batalhão Suez fez sua parte e merece ser valorizado por isso. </p>



<p class="has-text-align-left wp-block-paragraph">Ass.: Sérgio Luiz Dias, Presidente da Associação Batalhão Suez &#8211; Rio Grande do Sul &#8211; Cabo Sapador do 20° Contingente.</p>
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		<title>Cronograma da Guerra dos Seis Dias:</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 11:56:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom dia Faraós da 20ª Dinastia!Vou tentar dar minha humilde colaboração quanto ao nosso retorno da nossa Missão;5/6/67, Início da Guerra dos Seis;9/6/67, não lembro o horário, saímos do Campo Brasil (QG Brasileiro) em comboio de aproximadamente 50 viaturas rumo a Gaza, onde aguardaríamos a chegada do Navio Trasporte de Tropas Soares Dutra.11/7/67, tive o&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/cronograma-da-guerra-dos-seis-dias/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Cronograma da Guerra dos Seis Dias:</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="455" height="536" src="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Sergio-Luiz-Dias.jpg" alt="" class="wp-image-4315" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Sergio-Luiz-Dias.jpg 455w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Sergio-Luiz-Dias-255x300.jpg 255w" sizes="(max-width: 455px) 100vw, 455px" /></figure>
</div>


<figure class="wp-block-pullquote has-black-color has-text-color"><blockquote><p>Bom dia Faraós da 20ª Dinastia!<br>Vou tentar dar minha humilde colaboração quanto ao nosso retorno da nossa Missão;<br>5/6/67, Início da Guerra dos Seis;<br>9/6/67, não lembro o horário, saímos do Campo Brasil (QG Brasileiro) em comboio de aproximadamente 50 viaturas rumo a Gaza, onde aguardaríamos a chegada do Navio Trasporte de Tropas Soares Dutra.<br>11/7/67, tive o privilégio de entrar legalmente no Israel em visita ao &#8220;Kibutz Bror Hayil&#8221;, além da visita também fomos buscar água.<br>12/6/67, alvorada às 4:30h e saúda às 8:30h em direção ao porto de Ashdod (Israel) distante 67 km. chegamos às 11h e ficamos até às 15h aguardando ordens para embarcar, às 20:40h partimos rumo a <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ee-1f1f9.png" alt="🇮🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Itália.<br>16/6/67, às 10h chegamos na cidade de Bari (Itália <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ee-1f1f9.png" alt="🇮🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />).<br>17/6/67, deixamos Bari às 9h.<br>18/6/67, às 10h chegamos em (Trieste Itália <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ee-1f1f9.png" alt="🇮🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />), onde o decarregaria a carga de café.<br>24/6/67, às 19:20 zarpamos rumo ao Chipre na cidade de Famagusta.<br>29/6/67, às 8:30 chegamos na ilha de Chipre, cidade de Famagusta, para resgatar o restante dos colegas do Contingente.<br>1°/7/67, às 18h começamos nosso real retorno ao Brasil, até então ficamos navegando pra lá e pra cá no Mediterrâneo e Adriático, indo rumo a ilha de Sicília cidade de Augusta (Itália <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ee-1f1f9.png" alt="🇮🇹" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />).<br>4/7/67, chegamos na ilha de Sicília por volta das 20h.<br>5/6/67, passado um mês do início da Guerra dos Seis Dias, e ainda estávamos no Mediterrâneo, com previsão de partida de Famagusta às 18h, rumo a Marcelha (França <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1eb-1f1f7.png" alt="🇫🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />)<br>7/7/67, às 17h chegamos em Marcelha, de onde tive a oportunidade de conhecer toda Costa Azul da França até Monte Carlo, fronteira com a Itália.<br>10/7/67, às 19h deixamos Marcelha.<br>12/7/67, já a um mês viajando pelo Mediterrâneo, às 22h atravessamos o (Estreito de Gibraltar <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ec-1f1ee.png" alt="🇬🇮" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />).<br>15/7/67, por volta das 22h chegamos na Ilha de Las Palmas (Espanha <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1ea-1f1f8.png" alt="🇪🇸" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />), e às 23h do dia seguinte partimos em direção ao Brasil <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f1e7-1f1f7.png" alt="🇧🇷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> cidade de Recife.<br>18/7/67, tivemos a notícia da morte do ex-presidente Castro Branco.<br>21/7/67, atravessamos a linha do Equador às 16h com o tradicional &#8220;Batismo&#8221;.<br>22/7/67, por volta das 8:30 passamos pela ilha Fernando de Noronha.<br>23/7/67, bem cedinho às 6:30h chegamos em Recife, até que enfim chegamos de volta ao Brasil, mas só fomos liberados para desembarque às 10h.<br>27/7/67, Partimos de Recife às 18h rumo ao Rio de Janeiro com previsão de chegada dia 28/7.<br>28/7/67, chegamos ao Rio de Janeiro não anotei o horário.<br>29/7/67, por volta das 15:30, finalmente partimos rumo ao Sul, para ser mais preciso Porto Alegre-RS.<br>1°/8/67, às 14:30h a tão esperada chegada a Porto Alegre.<br>Hoje 10/6/2023, neste mesmo dia à 56 anos atrás, não se sabia se sairíamos vivos da maldita Guerra.<br>Assim foi a nossa viagem de volta da nossa Missão vista por mim.<br>Espero ter contribuído!<br>Cb. Sapador SÉRGIO 3G 89.706A.<br>&#8220;FAZER A PAZ É PRESERVAR A HUMANIDADE&#8221;</p></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Sérgio Luiz Dias é o atual Presidente do Batalhão Suez &#8211; Rio Grande do Sul em 2023.</p>
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		<title>Livros  </title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 21:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste livro o leitor vai relembrar a história do último Contingente na Missão de Paz no Egito (UNEF). onde brasileiros, especialmente gaúchos, são lembrados&#160; por sua relação com a Guerra dos Seis Dias, também conhecida como Guerra de 1967 ou ainda Terceira Guerra Árabe-Israelense. Episódios do conflito que envolveu Israel, Síria, Egito, Jordânia e Iraque.&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/livros/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Livros  </span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="304" height="470" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Capa_Livro_Norberto-paiva-20cont.jpg" alt="" class="wp-image-500" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Capa_Livro_Norberto-paiva-20cont.jpg 304w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Capa_Livro_Norberto-paiva-20cont-194x300.jpg 194w" sizes="(max-width: 304px) 100vw, 304px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Neste livro o leitor vai relembrar a história do último Contingente na Missão de Paz no Egito (UNEF). onde brasileiros, especialmente gaúchos, são lembrados&nbsp; por sua relação com a Guerra dos Seis Dias, também conhecida como Guerra de 1967 ou ainda Terceira Guerra Árabe-Israelense. Episódios do conflito que envolveu Israel, Síria, Egito, Jordânia e Iraque.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O pavor de estar dentro de uma Guerra que foi muito intensa entre os dias 05 e 10 de junho de 1967, cuja consequência foi a mais significante resposta do povo árabe à Institucionalização do Estado de Israel, apesar do estado sionista ter saído como grande vencedor deste conflito.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Livro aborda principalmente a história de militares brasileiros, diante do envolvimento na guerra, situações contrárias a Missão a qual se propuseram a executar. O autor procura elucidar a origem do local do conflito, com a meta de relatar os acontecimentos da forma mais objetiva possível, garantindo a compreensão dos fatos a todos os leitores.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Livro JÁ ESTÁ DISPONÍVEL PELA INTERNET, BASTA DIGITAR UM DESSES DOIS ENDEREÇOS :&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.biblioteca24horas.com.br/?fbclid=IwAR2j5NFg1rfhBZrNZ_smwBthWXiZpW6D-J327iccLShWiiMb1t_dGy1gn2Y" rel="noreferrer noopener">www.biblioteca24horas.com.br</a>&nbsp;ou&nbsp;<a target="_blank" href="https://www.amazon.com.br/?fbclid=IwAR3LMUfufC6BropBkxQRX6EiwtiSfXzJqq450QV0KRPFdePhl4Jc_SlIT70" rel="noreferrer noopener">www.amazon.com.br</a>&nbsp;<br>E FAZER A ENCOMENDA. ACREDITO QUE FIM DE NOVEMBRO OU INÍCIO DE DEZEMBRO ESTEJA NAS PRATELEIRAS DAS LIVRARIAS.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="328" height="523" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Livro_Deserto_dos_sonhos_Homero_Queiroz_13_Cont.jpg" alt="" class="wp-image-501" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Livro_Deserto_dos_sonhos_Homero_Queiroz_13_Cont.jpg 328w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Livro_Deserto_dos_sonhos_Homero_Queiroz_13_Cont-188x300.jpg 188w" sizes="(max-width: 328px) 100vw, 328px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8220;</strong>&nbsp;Prezado Leitor, em especial os Boinas Azuis do Btl.Suez:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8230;Deleite-se com a leitura do Livro &#8220;Deserto dos Sonhos&#8221;, escrito pelo Soldado&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Homero Queiroz &#8211; 13º Contingente. Trata-se de uma narrativa que traz uma essência</p>



<p class="wp-block-paragraph">humana. A vida que o autor levou, antes durante e após o Btl.Suez, cuja leituraproporciona oportunidade de aprender um modelo de vida<strong>&#8220;.</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="749" height="863" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Livro_O_Heroi_Esquecido.jpg" alt="" class="wp-image-502" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Livro_O_Heroi_Esquecido.jpg 749w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Livro_O_Heroi_Esquecido-260x300.jpg 260w" sizes="(max-width: 749px) 100vw, 749px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Informações para aquisição:</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Telefones: (47) 9955 0132 / (47) 3366 7727</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Balneário Camboriú &#8211; SC</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="187" height="254" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LancLivroRicardoArraes17.jpg" alt="" class="wp-image-503"/><figcaption><em><strong>Lançamento do Livro:</strong></em><br><strong><em>&#8220;BATALHÃO SUEZ: história, memória</em></strong><br><strong><em> e representações dos soldados brasileiros.&#8221;</em></strong><br><strong><em>Autor: Professor RICARDO ARRAES &#8211; Teresina-PI</em></strong></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="169" height="241" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LIVRO-BTL-SUEZ-OS-BOINAS-AZUIS-NO-ORIENTE-MEDIO1.jpg" alt="" class="wp-image-504"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Adquira seu exemplar do Livro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedidos on line:&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.livrariascuritiba.com.br/" rel="noreferrer noopener">www.livrariascuritiba.com.br</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um resgate histórico do Btl.Suez &#8211; escrito por Silvio Ribeiro – Cabo 10º Contingente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para aqueles que desejarem comprar o livro via online, basta acessar &nbsp;o site da Livrarias Curitiba.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>>>></strong>   <strong>www.livrariascuritiba.com.br  &lt;&lt;&lt;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Lançamento do Livro</strong></em>Memórias de Suez O Batalhão Suez</p>



<p class="wp-block-paragraph">e Histórias de Paraibanos Ex-integrantes da UNEF &#8211; I</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caros&nbsp;Srs.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sou filho de um ex integrante do Batalhão Suez do 8º contingente o senhor José Honório das Flores que reside na Paraíba na cidade de Bayeux cidade na região metropolitana de João Pessoa. Publiquei o livro contando um pouco a história de Suez e que também, a partir de cinco ex integrantes da missão, cinco paraibanos, o cotidiano e as implicações as memórias e a luta dos veteranos em geral são abordados no livro. O livro esta a venda pela&nbsp;<strong>PROTEXTO&nbsp;</strong>editora do Paraná. Ou por mim através do e-mail: honoriomagistro@hotmail.com</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>LINK PARA O SITE DA EDITORA</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.protexto.com.br/livro.php?cod_livro=571" rel="noreferrer noopener">http://www.protexto.com.br/livro.php?cod_livro=571</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Atenciosamente e respeitosamente</p>



<p class="wp-block-paragraph">Honório Flores Filho.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lançamento do Livro: SERÁ QU VALEU A PENA ?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Escrito por DACILIO DE ABREU MAGALHÃES- 3º contingente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>===============================================</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Livro sobre o Batalhão Suez:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERÁ QUE VALEU A PENA?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse livro pretendo mostrar aos irmãos de bandeira o valor do jovem brasileiro que sem preparo adequado, foi &#8220;jogado&#8221; no deserto do Sinai e mesmo passando fome, angustias, sede, frio e calor insuportáveis, cumpriu sua missão. Cada soldado, na sagrada missão de promover a Paz, exerceu sua função como um verdadeiro sacerdócio, participando da Primeira Força de Paz da ONU , uma das mais longas e mais importantes Operação de Paz da ONU.&nbsp;<a target="_blank" href="http://www.clubedeautores.com.br/book/133476--Sera_que_Valeu_a_Pena" rel="noreferrer noopener">http://www.clubedeautores.com.br/book/133476&#8211;Sera_que_Valeu_a_Pena</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">meu livro “Será que valeu a pena” está registrado na Fundação Biblioteca Nacional e</p>



<p class="wp-block-paragraph">foi editado em 18 de agosto último, pelo Clube de Autores, no Site com os seguintes dizeres:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesse livro procuro mostrar que o integrante do Batalhão Suez teve que se desdobrar em dois,</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;três e até em mais, dado a falta de efetivo condizente com a Missão recebida; teve que usar</p>



<p class="wp-block-paragraph">toda sua criatividade em função do desconhecimento da área de atuação e ainda passou fome, sede,</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;calor e frio insuportáveis. Conviveu com o fantasma da Guerra, prestou auxílio à população</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;local, teve seu salário reduzido, trouxe sequelas e foi descartado quando do regresso ao Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse livro eu dedico exclusivamente ao Soldado da Paz, seja ele praça ou oficial, viva ele</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;no Brasil ou no exterior. A homenagem que faço é ao militar pertencente a família das Nações</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Unidas, o Capacete Azul, aquele que não foi para matar e nem para mutilar seres humanos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;que não destruiu cidades, que não dizimou famílias e nem colocou minas, muito pelo contrário,</p>



<p class="wp-block-paragraph">expôs sua vida, apartou, socorreu e estendeu sua mão antes mesmo de apontar seu fuzil”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Comprar Acesse o Site:&nbsp;<a href="http://www.clubedeautores.com.br/">www.clubedeautores.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;ou pelo fone (11) 7729-2813 &#8211; Magalhães</p>



<p class="wp-block-paragraph">um forte abraço a todos os amigos do Btl.Suez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dacilio de Abreu<strong>&nbsp;Magalhães &#8211;&nbsp;</strong>3° Contingente</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="188" height="275" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroHistoriasDeSuez18Zouain.jpg" alt="" class="wp-image-505"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><u>HISTÓRIAS DE SUEZ</u>&nbsp; &#8211;</strong>&nbsp; 28/08/2003&nbsp;<strong>&#8221; Aventuras dos nossos soldados&#8221; de&nbsp; STANS ZOUAIN FILHO&nbsp; 18º &#8220;A&#8221; Contingente 7ª Cia.do Btl.Suez 1966 / 1967&nbsp;</strong><strong><a href="http:">zouainsuez@uol.com.br</a></strong><strong>Todos nós seres humanos&#8230; desde o dia que nascemos&#8230; temos uma história, duas, três histórias ! Todos nós &#8220;Boinas azuis&#8221; além daquelas mil, temos mais uma&#8230; UMA GRANDE historia&#8230; composta de várias pequenas histórias! HISTÓRIAS DE SUEZ Companheiros Boinas Azuis Um grande abraço- Zouain&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="401" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livros9.jpg" alt="" class="wp-image-506" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livros9.jpg 300w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livros9-224x300.jpg 224w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">AUTOR:<br>Fabiano Luis Bueno Lopes é Graduado, Mestre e doutorando em História pela Universidade Federal do Paraná. Desenvolve pesquisas em História Militar desde 2001, sendo autor de inúmeros artigos sobre o tema publicados em diversos periódicos no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">SINOPSE:<br>O livro trata de aspectos relativos à memória histórica dos chamados Boinas Azuis, ex-participantes da I FENU (Primeira Força de Emergência das Nações Unidas) no Oriente Médio, força de paz criada para estabelecimento e manutenção da paz após a deflagração da Guerra de 1956 entre Israel e Egito. Os militares permaneceram na região até 1967, por ocasião do início da Guerra dos Seis Dias. Encerrada a missão, os jovens brasileiros retornaram para seu país, trazendo consigo uma experiência marcante que procuraram não esquecer. O trabalho buscou entender os elementos simbólicos construídos pelos veteranos do Batalhão Suez, nome pelo qual o contingente brasileiro ficou conhecido. Analisamos várias ações dos veteranos pertencentes a uma associação com sede em Curitiba e com vínculo com outras associações de Boinas Azuis espalhadas pelo Brasil, identificando aspectos relativos a formação de uma identidade comum aos indivíduos do grupo social, as maneiras como são lembradas as experiências, quais os objetivos presentes nos projetos da organização e de que modo ocorrem as relações com a sociedade, com o Exército Brasileiro e com o Governo.<br><br>Gostaria de informar a todos os amigos, colegas e demais interessados por História, o lançamento do livro de FABIANO LOPES, intitulado &#8216;BATALHÃO SUEZ: Memória, história e representação coletiva&#8217;, sobre a atuação de brasileiros na primeira Força de Emergência das Nações Unidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A distribuição está a cargo de Bárbara Vieira: tel. (41) 91132462 e em breve nas principais livrarias. Valor: R$ 25,00.de Fabiano Lopes &lt;<a href="mailto:flbl@ibest.com.br">flbl@ibest.com.br</a>&gt;&nbsp;data 26/04/2008 21:28<br>assunto LIVRO &#8220;BATALHÃO SUEZ&#8221; de FABIANO LOPES</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="202" height="319" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/PeacekeepingForcesCanadaBiography.jpg" alt="" class="wp-image-507" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/PeacekeepingForcesCanadaBiography.jpg 202w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/PeacekeepingForcesCanadaBiography-190x300.jpg 190w" sizes="(max-width: 202px) 100vw, 202px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Canada&#8217;s Lester B. Pearson led the negotiations that established the United Nations Emergency Force (UNEF) in November 1956. Pearson won a Nobel Prize for convincing the world that putting neutral military forces between the two opposing sides would be a way to ensure that the negotiated ceasefire held. It was a good idea but was missing an important ingredient-without the right leadership, the peacekeeping plan was doomed to failure.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Once again, the Canadian government turned to Lieutenant General &#8220;Tommy&#8221; Burns. Tommy was available, and with his UNTSO experience in both the politics and logistical problems of the region, he was the perfect choice. Speaking about the early days of the mission and how well Pearson and Burns worked together, J. King Gordon, public relations officer on the UNEFF staff, said, &#8220;Pearson&#8217;s reputation for peacekeeping could not have been gained without this partnership.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Canadian Peacekeepers</em>&nbsp;is divided into nine chapters covering Canadian peacekeeping missions in Egypt, Cyprus, Rwanda, Afghanistan and Yugoslavia and the careers of prominent Canadian peacekeepers. The latter include former Prime Minister L.B. Pearson and Generals Lewis Mackenzie and Roméo Dallaire.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Since the genocide in Rwanda in 1994 and the publicity surrounding the UN mission there, General Roméo Dallaire has become Canada&#8217;s best-known peacekeeper to the present generation of Canadians. Older readers will likely remember the contribution of Pearson who suggested the creation of a peacekeeping force at the time of the Suez Crisis in 1956. Their stories and those of the other noteworthy Canadians involved in peacekeeping are told with conviction. Reading them should instill a sense of pride in young readers.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Because&nbsp;<em>Canadian Peacekeepers</em>&nbsp;is intended to be general recreational reading, it has few teaching aids and no illustrations, additions that would have increased its classroom value. While there are some book references and websites relevant to peacekeeping, there is neither an index nor a glossary. Neither are there any maps. While students can easily check the locations of the places mentioned in an atlas or via the Internet, maps in the text would have been a definite asset. The book also assumes a relatively sophisticated knowledge of world events that many adults probably do not have. Would 14-year-olds understand what is meant by the Cold War or why a UN mission was needed in Kashmir? Would they know who Archduke Ferdinand was and who the Huns were? A glossary or brief explanatory footnotes would have made the book more useful.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;There are two questionable statements in&nbsp;<em>Canadian Peacekeepers</em>. Leach suggests that the Liberal Party lost the 1957 election because the Liberal government was &#8220;widely blamed for not standing by Britain and France &#8211; the mother countries &#8211; during the Suez Crisis.&#8221; While this may have been a factor in the government&#8217;s defeat, history books usually claim that the government&#8217;s arrogance, and particularly that of Minister of Trade and Commerce, C. D. Howe, during the &#8220;Pipeline Debate&#8221; of 1956, was the main reason. In addition, while France is indeed one of Canada&#8217;s &#8220;mother countries&#8221; ties between France and her colony were severed in 1759 with the defeat of the Marquis de Montcalm by General Wolfe when New France became a British colony. By 1957 Canadians of French ancestry did not regard France with nearly the same affection as many English Canadians regarded Britain whose ties with Canada remained strong until recently.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Author, Norman Leach graduated from the University of Manitoba with a degree in Strategic Studies. Before&nbsp;<em>Canadian Peacekeepers</em>, he wrote&nbsp;<em>Great Military Leaders</em>. His writing style is suitable for the intended audience. Apart from the oversight of not explaining the importance of terms like the Cold War, the text is easy to read.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recommended</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Thomas F. Chambers is a retired college teacher living in North Bay, ON.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">To comment on this title or this review, send mail to&nbsp;<a href="mailto:cm@umanitoba.ca?subject=CM">cm@umanitoba.ca</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Copyright © the Manitoba Library Association. Reproduction for personal use is permitted only if this copyright notice is maintained.&nbsp;Any other reproduction is prohibited without permission.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Published by&nbsp;The Manitoba Library Association</p>



<p class="wp-block-paragraph">de Theodoro da Silva Junior &lt;theojr@terra.com.br&gt;<br>data 19/07/2008 09:53<br>assunto CANADIAN PEACEKEEPERS BIOGRAPHY</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="529" height="589" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroGuerraDaPalestina.jpg" alt="" class="wp-image-508" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroGuerraDaPalestina.jpg 529w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroGuerraDaPalestina-269x300.jpg 269w" sizes="(max-width: 529px) 100vw, 529px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre A Guerra da Palestina<br>A Guerra da Palestina<br>de André Gattaz (Doutor em História Social, USP)<br>Prefácio de Maria Aparecida de Aquino<br>Capa e projeto gráfico de Camila Mesquita<br>São Paulo: Usina do Livro, 2002. 240 p, 23 cm.<br>ISBN: 85-88964-02-3 / Preço: R$ 23,00<br>Compre o livro na Submarino</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="226" height="333" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/ReportagemVejaLivrosSergioVieraMello5.jpg" alt="" class="wp-image-509" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/ReportagemVejaLivrosSergioVieraMello5.jpg 226w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/ReportagemVejaLivrosSergioVieraMello5-204x300.jpg 204w" sizes="(max-width: 226px) 100vw, 226px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O HOMEM QUE QUIS CONSERTAR O MUNDO&#8221;SÉRGIO VIERA DE MELLO&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="121" height="179" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/CapaLivroSeisDiasDeGuerra.jpg" alt="" class="wp-image-510"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.batalhaosuez.com.br/LivrosBtlSuezConflito67ArabeIsraelense.htm">SEIS DIAS DE GUERRA</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.batalhaosuez.com.br/LivrosVisaoJudaicaDesfMitosDoOrienteMedio.htm">Visão Judaica &#8211; DESFAZENDO MITOS DO ORIENTE MÉDIO</a></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="250" height="368" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/CapaDoLivroGuerraDos6Dias-.jpg" alt="" class="wp-image-512" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/CapaDoLivroGuerraDos6Dias-.jpg 250w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/CapaDoLivroGuerraDos6Dias--204x300.jpg 204w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="244" height="376" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/ContraCapaDoLivroGuerraDos6Dias-.jpg" alt="" class="wp-image-511" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/ContraCapaDoLivroGuerraDos6Dias-.jpg 244w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/ContraCapaDoLivroGuerraDos6Dias--195x300.jpg 195w" sizes="(max-width: 244px) 100vw, 244px" /></figure>
</div>
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<p class="wp-block-paragraph">Quero aproveitar o ensejo e encaminhar para publicação no Site, as fotos da Capa &#8211; e Contra-Capa de mais um livro que conta história sobre &#8221; A GUERRA DOS SEIS DIAS&#8221; de inesquecível e triste lembrança para os soldados Brasileiros do Btl.Suez, que o digam o pessoal do 20º Contingente.AVISO IMPORTANTE AOS LEITORES em geral e em especial AMIGOS DO NOSSO SITE Batalhão Suez:- QUE O LIVRO &#8221; a guerra dos seis dias&#8221; PODERÁ SER ADQUIRIDO, VIA CORREIOS.Esse livro &#8220;A GUERRA DOS SEIS DIAS&#8221; escrito por A.J.Barker, &#8211; ´Pode ser comprado imediatamente. Basta o interessado mandar um e-Mail ao Senhor CARLOS A. TELES (Vendedor autônomo de Livros) pedindo informações de como adquiri-lo, pelo seguinte e-Mail:-guerra@telecomnews.com.br . Eu adquiri o livro recentemente da seguinte forma;-Encaminhei minha solicitação ao Sr. Carlos Telles, que repassou o nº da conta Bancária dele solicitando um depósito no valor de R$ 35,00. Logo em seguida encaminhei, via e-Mail ,cópia do comprovante de pagamento e após poucos dias recebia em casa o exemplar solicitado.Quem se habilitar que se apresse pois o estoque poderá ser limitado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="223" height="322" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroOrienteRapazDacil01.jpg" alt="" class="wp-image-513" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroOrienteRapazDacil01.jpg 223w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroOrienteRapazDacil01-208x300.jpg 208w" sizes="(max-width: 223px) 100vw, 223px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Livro &#8220;ORIENTE RAPAZ !&#8221; &#8211; A participação dos Capacetes Azuis brasileiros no Oriente Médio com 154 páginas ,escritos pelos jornalistas: Daniel Azevedo Duarte e Wellington Miareli Mesquita, retrata interessantes aspectos da história do Batalhão Suez. Colaboração DACÍLIO A. MAGALHÃES  </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="304" height="435" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livroDupasVigevani.jpg" alt="" class="wp-image-514" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livroDupasVigevani.jpg 304w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livroDupasVigevani-210x300.jpg 210w" sizes="(max-width: 304px) 100vw, 304px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Caros amigos Boinas Azuis:Há tempos estava buscando tempo para informá-los a respeito do artigo publicado no livro:&nbsp;DUPAS, Gilberto; VIGEVANI, Tullo. (Orgs.) &#8220;Israel-Palestina: a construção da paz vista de uma perspectiva global.&#8221; São Paulo: UNESP, 2002.&nbsp;&nbsp;<br>O artigo está na &#8220;parte III &#8211; O conflito visto do&nbsp;Brasil&#8221; com o seguinte nome e autora:&nbsp; BREDA DOS SANTOS, Norma. &#8220;Dez anos no deserto: a participação brasileira na primeira missão de paz das Nações Unidas.&#8221; p. 263 &#8211; 285.&nbsp;<br>Trata-se de uma professora da Universidade de Brasília, com a qual mantive contato por um tempo para alguns esclarecimentos a respeito de sua pesquisa.&nbsp; Abraços.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex">
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="174" height="240" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/CapaLivroOMCapDourado.jpg" alt="" class="wp-image-515"/></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="304" height="435" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livroDupasVigevani.jpg" alt="" class="wp-image-514" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livroDupasVigevani.jpg 304w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/livroDupasVigevani-210x300.jpg 210w" sizes="(max-width: 304px) 100vw, 304px" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="223" height="322" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroOrienteRapazDacil01.jpg" alt="" class="wp-image-513" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroOrienteRapazDacil01.jpg 223w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/LivroOrienteRapazDacil01-208x300.jpg 208w" sizes="(max-width: 223px) 100vw, 223px" /></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="155" height="236" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Coronel-Ponce.jpg" alt="" class="wp-image-516"/></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="155" height="236" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Cabo-Brenol.jpg" alt="" class="wp-image-518"/></figure>
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<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="148" height="468" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/7ContSdDirceuVazdaFonsecaCapLiv2.jpg" alt="" class="wp-image-519" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/7ContSdDirceuVazdaFonsecaCapLiv2.jpg 148w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/7ContSdDirceuVazdaFonsecaCapLiv2-95x300.jpg 95w" sizes="(max-width: 148px) 100vw, 148px" /></figure>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph">(&#8230;)  Desta vez, valeu o empenho como uma outra agradável surpresa de saber que mais um dos nossos companheiros da Missão de Paz &#8211; na Faixa de Gaza. contempla nossa história com livro que ele mesmo escreveu. </p>
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		<title>AS FORÇAS DE PAZ DE ANGOLA</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 21:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Operações de Manutenção da Paz em Angola O Brasil, membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU), país voltado para a defesa da paz e para a solução acordada dos conflitos – princípios que figuram no artigo 4º da Constituição Federal –, já tem reconhecida tradição de colaborar com operações de paz. O propósito principal&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/as-forcas-de-paz-de-angola/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">AS FORÇAS DE PAZ DE ANGOLA</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Operações de Manutenção da Paz em Angola<br><br>O Brasil, membro fundador da Organização das Nações Unidas (ONU), país voltado para a defesa da paz e para a solução acordada dos conflitos – princípios que figuram no artigo 4º da Constituição Federal –, já tem reconhecida tradição de colaborar com operações de paz.<br><br>O propósito principal das Nações Unidas, previsto no artigo 1º, inciso I, da Carta da Organização, é “manter a paz e a segurança internacionais”, para o que “todos os membros darão às Nações Unidas toda assistência em qualquer ação a que elas recorrerem de acordo com a presente Carta” (artigo 2º, inciso V, da citada carta) .<br><br>Além disso, a participação brasileira em missões de paz encontra respaldo, desde 1996, na Política de Defesa Nacional (PDN), entre cujas diretrizes consta “participar de operações internacionais de manutenção da paz, de acordo com os interesses nacionais”. Coerentemente, um dos objetivos da PDN é “a contribuição para a manutenção da paz e da segurança internacionais”.<br><br>Tendo por base essa vocação, esses compromissos e esses documentos, o Brasil, desde 1946, já participou de 30 operações de paz sob a égide das Nações Unidas. Além da contribuição com contingentes de tropa para missões como a&nbsp;<strong>UNEF I</strong>&nbsp;<strong>(Oriente Médio)</strong>, a ONUMOZ (Moçambique), a UNAVEM III (Angola), as missões no Timor Leste (INTERFET, UNTAET e UNMISET) e a MINUSTAH (Haiti) – que representa, sem dúvida, o aspecto mais expressivo da participação brasileira –, o país tem cedido centenas de observadores militares, observadores civis e policiais militares para missões de paz. Além disso, o Estado brasileiro – que reconhece o potencial dessa participação para a projeção internacional do Brasil e para o estreitamento das relações com países de particular interesse para sua política externa – tem sido agente ativo nas discussões que, em foros internacionais, travam-se sobre esse tema, seja no âmbito de reuniões, seminários e painéis, seja em exercícios de força de paz realizados com nações amigas.<br><br><a href="http://www.cmne.eb.mil.br/haiti">http://www.cmne.eb.mil.br/haiti</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">De: &#8220;Theodoro da Silva Junior&#8221; &lt;theojr@terra.com.br&gt;<br>Data: Thu, 21 Aug 2008 15:11:46 -0300</p>



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<p class="wp-block-paragraph">República de Angola<br><br>A República de Angola situa-se na Costa Ocidental do Continente Africano na sua parte Austral. Angola viveu 500 anos de colonização portuguesa (1482-1975) e 14 anos de luta de Libertação Nacional (1961-1975). Tornou-se independente em 11 de Novembro de 1975, mas apenas em 1992 houve a implantação da democracia pluripartidária no país e a realização das primeiras eleições democráticas.<br><br>A história das missões das Nações Unidas em Angola tem início em 1989, com a UNAVEM I (Missão de Verificação das Nações Unidas em Angola), criada para monitorar a saída das tropas Cubanas de Angola, que apoiavam o governo/MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola). Em 1991, o Acordo de Paz de Bicesse foi assinado em Portugal e, por conseguinte, criou-se a UNAIVEM II.<br><br>Em 1992, realizou-se uma eleição democrática em Angola e José Eduardo dos Santos saiu vencedor. Contudo, a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) não aceitou o resultado e retomou a guerra.<br><br>Com o fim do regime racista na África do Sul, a UNITA perdeu significativa parte de seu fornecimento de suprimentos para a guerra. Com isso, o governo foi retomando o controle da situação e no fim de 1994 o MPLA e a UNITA chegaram finalmente a um acordo e assinaram o Protocolo de Lusaka (capital da Zâmbia).<br><br>Em 1995, foi criada a UNAVEM III, com a finalidade de monitorar o desarmamento e a desmobilização das tropas da UNITA e garantir o cumprimento do Protocolo. No mesmo ano, desembarcaram em Angola para participar da UNITA III os oficiais da PMERJ , os então Capitães PM Cid Rodrigues Tavares, Ricardo Arlem de Gouvêa Mattos, Joseli Candido da Silva e o 2º Tenente PM Jomar Fernando da Silva.<br><br>Apesar dos esforços internacionais, a UNITA voltou a atacar as tropas do governo, retomando a guerra civil no país. Com isso, em 1999, o Conselho de Segurança da ONU, entendendo que não havia vontade das partes envolvidas em chegar à paz, inexistindo, por conseguinte o fundamento básico para a permanência ali de uma missão, encerrou as atividades naquele país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De: Theodoro da Silva Junior &lt;theojr@terra.com.br&gt;<br>Data: 6/10/2006 (14:42:32)<br>Assunto: MISSÃO DE PAZ EM ANGOLA</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Manuel J. Paulo &#8211; 2004<br><br>Durante os ciclos guerra e paz nas últimas décadas, as Nações Unidas desempenharam papéis diferentes em Angola. O seu envolvimento político começou nos últimos anos da década de 1980 quando o Conselho de Segurança supervisionou a independência da Namíbia &#8211; ocupada ilegalmente pela África do Sul desde 1915. Os Acordos de Nova Iorque de Dezembro de 1988 ligaram à retirada das tropas cubanas estacionadas em Angola. Na segunda metade da década de 1990, e à medida em que o seu papel na construção e manutenção da paz foi ficando cada vez mais comprometido, a ONU ficou limitada a operações de ajuda humanitária e à promoção dos direitos humanos.<br><br>UNAVEM I (1989-1991)<br><br>Após muitos anos de impasse, um acordo tripartido entre Angola, Cuba e África do Sul foi assinado sob os auspícios da ONU em Nova Iorque, a 22 de Dezembro de 1988, conduzindo à retirada de cerca de 50.000 soldados cubanos de Angola e à independência de Namíbia, sob a supervisão da ONU. A resolução 626 do Conselho de Segurança estabeleceu a Missão de Verificação das Nações Unidas em Angola (United Nations Angola Verification Mission &#8211; UNAVEM I) abrangendo 70 observadores militares e 20 funcionários civis de dez países. A UNAVEM I foi extinta com a assinatura dos Acordos de Bicesse pelo governo de Angola e pela UNITA, em Maio de 1991, que, sem a participação da ONU, foi negociada por uma Troika de &#8216;observadores&#8217;: Estados Unidos, Rússia e Portugal.<br><br>UNAVEM II (1991-1995)<br><br>Na seqüência dos Acordos de Bicesse, a Resolução 696 do Conselho de Segurança da ONU estabeleceu a 30 de Maio uma segunda missão para Angola, a UNAVEM II. Os seus deveres consistiam em observar e verificar o processo de desarmamento, bem como apoiar a criação de um novo exército nacional único. Além disso, deveria supervisionar a desminagem, prover auxílio humanitário e facilitar a extensão da autoridade do estado por todo o território angolano. O corpo de funcionários da UNAVEM II era formado por 350 observadores militares não armados, 90 observadores de polícia não armados (mais tarde aumentado para 126) e 100 observadores eleitorais (aumentando para 400 durante as eleições). O orçamento inicial era de 132,3 milhões de dólares americanos, posteriormente aumentado para 18,8 milhões de dólares em reconhecimento das tarefas ligadas às eleições. A operação da UNAVEM II em Angola pretendia aproveitar o sucesso do envolvimento da ONU na Namíbia e noutros lugares. Contudo, enquanto o papel da ONU na Namíbia envolvia a organização de eleições, o papel da UNAVEM II em Angola era meramente de observação e verificação das eleições. Enquanto que, na Namíbia, um país de menor dimensão e menos devastado pela guerra, a ONU tinha montado uma operação em grande escala, envolvendo mais de 6.000 pessoas; em Angola, a missão da ONU tinha de lidar com um país afetado por uma guerra civil que durara 16 anos, com as suas infra-estruturas destruídas, e com dois grandes exércitos desconfiando-se mutuamente.<br><br>Com efeito, a missão da ONU, com a intenção declarada de ser uma operação pequena e administrável, vagamente definida como de verificação e monitoração, não era nem de construção de paz, nem de mediação, nem de manutenção de paz, nem de imposição de paz. A Representante Especial da ONU Margaret Anstee argumentava que &#8220;os países mais intimamente ligados a Angola queriam verdadeiramente que a paz fosse restaurada, mas queriam uma &#8216;solução rápida&#8217;, particularmente as duas super-potências, as principais protagonistas da Guerra Fria. [&#8230;] O resultado foi um acordo defeituoso desde o início, e um papel marginal para a ONU, fadado a ser ineficaz.&#8221; Anstee concluiu que a ONU não deveria voltar a aceitar envolver-se na implementação de um acordo de paz se não tivesse sido envolvida na negociação dos seus termos e mandato.<br><br>A ONU também procurou usar Angola como exemplo de administração pós-conflito de baixo custo, com base no sucesso na Namíbia (que de fato beneficiou de um orçamento muito mais elevado de 430 milhões de dólares). Quando a Resolução 747 do Conselho de Segurança prolongou o mandato da UNAVEM II e autorizou o orçamento eleitoral de 18,8 milhões de dólares, Margaret Anstee descreveu seu mandato em Angola com a famosa frase, é como &#8220;pilotar um 747 com combustível suficiente apenas para um DC-3&#8221;.<br><br>A missão da ONU declarou as eleições realizadas em Setembro de 1992 de uma maneira geral &#8216;livres e justas&#8217;, um veredicto apoiado pelos Estados Unidos, Comunidade Européia, África do Sul e outros observadores internacionais. Contudo, porque a União Nacional pela Independência Total de Angola (UNITA) contestou os resultados, a guerra voltou a Angola algumas semanas depois das eleições. As tentativas de negociação de Anstee visando obter um cessar-fogo fracassaram e o Conselho de Segurança respondeu com a redução e, posteriormente, com a retirada completa de todo o pessoal militar da UNAVEM. Muitos angolanos sentiram-se desencantados e culparam a ONU pelo fracasso deste período de transição, acreditando que uma intervenção decisiva era possível no quadro dos poderes da UNAVEM. De fato, tanto o governo como a UNITA responsabilizaram a ONU por ambos não terem comprido com os Acordos de Bicesse. Mas como observou o investigador britânico Alex Vines, &#8220;em Setembro de 1992, o governo transferiu forças especiais para Malanje com ordens para lançar palavras de ordem contra a ONU durante o dia e disparar armas a noite. A maioria dos tiros eram trocados entre partidários da UNITA e do Movimento Popular pela Libertação de Angola (MPLA), mas alguns eram dirigidos ás instalações da ONU. Se o MPLA não ganhasse as eleições, era sua intenção culpar a ONU por ajudar a UNITA&#8221;. Os países da Troika, que tinham sido os atores principais dos Acordos de Bicesse, foram poupados às acusações.<br><br>Seguiram-se dois anos de guerra antes que um novo acordo de paz fosse alcançado. Fracassaram todas as rondas negociais na província angolana de Namibe, em Novembro de 1992, em Addis Abeba, em Janeiro de 1993 e em Abidjan, em Abril e Maio de 1993. No Namibe, ambas as partes concordaram em implementar plenamente os Acordos de Bicesse, mas o acordo fracassou, bem como todas as tentativas subseqüentes de conversações de paz, possivelmente porque a UNITA procurava conquistar o poder a qualquer preço. As duas partes procuravam conversar apenas quando o equilíbrio de forças lhes era desfavorável. Como Anstee observou: &#8220;Angola está num trágico balanço. Quando uma das partes está em vantagem, não quer negociar, e quando é a outra que está em alta, são eles que não querem conversar&#8221;. O Conselho de Segurança também foi alvo de crítica pela sua falta de interesse. Com a sua atenção voltada para a Bósnia-Herzegovina, o Conselho recusou-se a enviar os 1.000 capacetes Azuis requeridos pela UNITA como condição prévia para assinar o Protocolo de Abidjan – deixando a sua mediadora, Margaret Anstee, de mãos vazias.<br><br>Em 1993, a liderança da UNITA exigiu a substituição do Representante Especial da ONU, deixando subentendido que Anstee era favorável ao governo. Anstee, que havia solicitado ser dispensada dos seus deveres em Angola no final de 1992, foi mantida no seu posto para que não se pensasse que a ONU recebia ordens da UNITA. Anstee partiu depois do fracasso das conversações de Abidjan e foi substituída pelo ex-Ministro dos Estrangeiros do Mali, Alioune Blondin Beye, que estava otimista sobre a preparação de um acordo de paz. Apoiado por alguns líderes africanos e pela Troika de observadores e depois de uma árdua diplomacia de vaivém entre diferentes capitais, Beye logrou reunir o governo e a UNITA para conversações preliminares em Lusaka, em Junho e Novembro de 1993. O enviado especial dos EUA, Paul Hare, elogiou a experiência diplomática, a inteligência, a energia e tenacidade de Beye, a sua vontade de incutir disciplina e espírito de equipa nos membros da Troika. A par da imensa pressão militar a que foi sujeita a UNITA, a abordagem de Beye acabou por levar as partes a chegar a um novo acordo. O Protocolo de Lusaka foi assinado a 20 de Novembro de 1994.<br><br>UNAVEM III (1995-1997)<br><br>Beye e Anstee encaravam a sua missão de forma substancialmente distinta. Para além disso, ao contrário dos Acordos de Bicesse, o Protocolo de Lusaka foi negociado e facilitado pela ONU com o apoio da Troika. Com parcos recursos e um mandato restrito, coube a Anstee a tarefa que os Acordos de Bicesse não tinham enfrentado, nomeadamente restaurar a confiança entre as partes em guerra. Este testemunho foi passado para Beye quando ele substitui Anstee. Ele desenvolveu a sua ação tendo como base as conversações de Abidjan de Maio de 1993, beneficiando de um mandato mais amplo e de recursos mais abundantes. No entanto, ele tinha uma concepção algo errada do processo de construção da confiança ao não apostar em criar oportunidades para que os principais responsáveis da guerra pudessem encontrar pontos de acordo. Ao contrário da sua predecessora que procurava o envolvimento direto das lideranças das duas partes em conflito sempre que surgia um impasse nas negociações, Beye preferia envolver líderes regionais para pressionar e persuadir os protagonistas, e não ser ele próprio a lidar diretamente com eles. O fracasso de Beye na criação desta plataforma de entendimento entre as partes tornou-se evidente com a recusa de Savimbi em comparecer à cerimônia de assinatura: &#8220;O Sr. Beye decepcionou-me. Não lhe cabia a ele dizer que eu não foi a Lusaka para a assinatura do acordo em 20 de Novembro porque era um &#8216;homem vencido&#8217; ou porque não queria ser humilhado. Ele fala demais! Agora, ele quer vir aqui para se reunir comigo. Nesta altura não vale a pena incomodar-se. Eu não quero mais conversas com ele.&#8221; A trágica morte de Beye num acidente aéreo, em Junho de 1998, findou prematuramente o seu envolvimento no processo de paz angolano.<br><br>De acordo com o Protocolo de Lusaka, ambas as partes deveriam concluir o processo eleitoral de 1992, sob supervisão da ONU, com o Representante Especial a presidir à Comissão Conjunta que supervisionaria a implementação do protocolo, inclusive um cessar-fogo, aquartelamento dos soldados da UNITA e desarmamento. A cláusula de partilha de poder era suposto dar garantias à ONU de que ambas as partes teriam a vontade política para restabelecer a paz. Ambas as partes concordaram em obedecer a todas as resoluções anteriores do Conselho de Segurança e estava prevista a formação da UNAVEM III com uma presença de 7.000 Capacetes Azuis (uma força quase dez vezes mais numerosa do que a UNAVEM II em 1992). No entanto, a maioria dos angolanos consideraram a UNAVEM III e sua sucessora mais modesta, a Missão de Observação das Nações Unidas em Angola (MONUA), inúteis e incapazes de lidar com a busca incansável de poder por parte da UNITA ou de impedir as violações dos acordos, inclusive o rearmamento de ambas as partes.<br><br>MONUA, UNOA e UNMA (1998-2003)<br><br>Ao expirar o mandato da UNAVEM III, em Junho de 1997, foi criada a MONUA, com uma força militar muito reduzida de somente 1.500 homens. A situação militar em Angola, em rápida deterioração, minou os esforços da MONUA para evitar o conflito aberto, e a queda de dois aviões da ONU abatidos pela UNITA, em Dezembro de 1998 e Janeiro de 1999, apressou seu deslizamento para a irrelevância. Tanto o governo quanto a UNITA exigiram a retirada da ONU. As tentativas do sucessor de Beye, Issa Diallo, para retomar o diálogo com Savimbi foram bloqueadas pelo governo, que se recusou a dar-lhe garantias de segurança e ameaçou cortar todos os contactos com ele. Em Fevereiro de 1999, o governo angolano requeriu o encerramento da MONUA e, conseqüentemente, o escritório do Representante Especial foi transferido de Luanda para Nova Iorque. Permaneceu em Angola o Escritório das Nações Unidas em Angola (UNOA) com 30 pessoas, encarregado de &#8220;fazer a ligação com as autoridades políticas e civis a fim de explorar medidas para o restabelecimento da paz&#8221;. Contudo, Diallo não conseguiu persuadir o governo a negociar porque, desta feita, a balança do conflito pendia para o lado governamental, que estava determinado a prosseguir com a sua política de &#8216;paz-através-da-guerra&#8217;. A riqueza em petróleo de Angola reforçou a capacidade do governo em arranjar fundos, de forma que a UNOA se limitou a questões humanitárias e ao reforço da capacidade institucional.<br><br>Na seqüência do Memorando de Luena de Abril de 2002, a Resolução 1433 do Conselho de Segurança de Agosto de 2002 estabeleceu a Missão das Nações Unidas em Angola (UNMA) em substituição da UNOA. Cabia à UNMA presidir a Comissão Militar Conjunta reinstalada, fornecer 30 observadores militares para monitorizar as áreas de aquartelamento como fiadores do acordo e coordenar os esforços humanitários de todas as outras agências das Nações Unidas.<br><br>Os sucessivos fracassos no passado, e o fato que o acordo fora assinado entre um vencedor (o governo) e um derrotado (a UNITA), deteriorou a possibilidade de as Nações Unidas desempenhar um papel significante. O governo vitorioso foi capaz de restringir o papel da UNMA no período pós-Luena meramente a abençoar o acordo e de ser uma garantia à UNITA da seriedade do seu compromisso com o Protocolo de Lusaka. De fato, as áreas de aquartelamento eram administradas e controladas somente pela UNITA e as FAA, sem a presença dos 30 observadores estipulados pelo Memorando de Luena. Ibrahim Gambari, Sub-Secretário para os Assuntos Africanos, suscitou preocupações na cerimônia oficial de assinatura sobre a validade da lei de anistia aprovada pela Assembléia Nacional de Angola argumentado que a ONU não reconhece anistias em casos de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra.<br><br>Administração de sanções<br><br>De 1993 a 1997, a ONU adotou uma série de sanções contra a UNITA. Entre estas estavam a proibição de aquisição de equipamento militar e produtos petrolíferos (Resolução 864), o bloqueio de viagens ao exterior dos seus funcionários e o fechamento dos seus escritórios no exterior (Resolução 1127), restrições às viagens aéreas e marítimas a zonas da UNITA, o congelamento de contas bancárias da UNITA, e a proibição da exportação direta ou indireta de diamantes ilegalmente extraídos (Resolução 1173). Foi instituído um Comitê de Sanções que se mostrou em grande parte ineficaz face às violações constantes da UNITA e à cumplicidade de muitos países, empresas e negociantes individuais. De fato, foi sob a vigência deste regime de sanções que o resultado líquido de vendas de diamantes da UNITA terá atingido cerca de 1,72 bilhões de dólares. Os seus funcionários viajavam sem impedimentos, especialmente em África, e continuaram a exprimir-se livremente no mundo exterior através de seus representantes &#8216;oficiosos&#8217;.<br><br>Logo a seguir à sua nomeação, em 1999, o Presidente do Comitê de Sanções, Embaixador Robert Fowler do Canadá, descreveu as sanções contra a UNITA como regras de tráfego que ninguém enforcava : &#8220;As pessoas conduziam por onde queriam e estacionavam em qualquer lado. Era um completo desastre&#8221;. Ele recomendou a formação de um painel de peritos &#8220;para registrar violações no tráfico de armas, fornecimentos de combustível e comércio de diamantes, bem como as movimentações financeiras da UNITA no exterior&#8221;. Em Maio de 1999, o Conselho de Segurança formou dois painéis de peritos para levar a cabo aquelas investigações (Resolução 1237) e Fowler apresentou o resultado de suas pesquisas em Março de 2000. A sua estratégia de identificar e envergonhar uma série de &#8216;violadores de sanções&#8217; incluindo países e indivíduos era inédita na história da ONU, provocando enormes tensões com os estados membros acusados de ajudar a UNITA a infringir o regime de sanções. O relatório identificava os funcionários nos governos daqueles países e cinco chefes de estado, uns ainda em funções outros não, como estando pessoalmente implicados na violação das sanções.<br><br>O relatório Fowler levou a um aperfeiçoamento do mecanismo de monitorizarão de sanções e a UNITA afirma que as mesmas contribuíram para sua derrota na última fase da guerra. As sanções foram completamente levantadas apenas no final de 2002.<br><br>Desafios humanitários<br><br>Para além do seu papel político, a ONU e as suas agências têm trabalhado também em questões humanitárias em Angola. A Unidade de Coordenação de Assistência Humanitária da ONU (UCAH) foi instituída pelo Departamento de Assuntos Humanitários (DAH) em Abril de 1993, para coordenar todas as operações humanitárias da ONU, incluindo naquela época a repatriação de 300.000 refugiados, ajuda para aproximadamente 800.000 pessoas deslocadas internamente, fornecimento de alimentação de emergência e assistência médica, e acomodação para os soldados.<br><br>Ao contrário das missões de verificação e fiscalização, e apesar de estar sujeita à mesma autoridade, a UCAH desempenhou um papel positivo na ocasião em que não havia qualquer sinal iminente de cessar-fogo e em que as condições humanitárias estavam em deterioração. Foi bem sucedida em ganhar acesso ao que necessitavam de ajuda, primeiramente em Kuito e Huambo e mais tarde em outras partes do país. O sucesso da UCAH deveu-se ao fato de a sua missão ser puramente humanitária. No entanto, mesmo ela se foi reduzindo lentamente no período do Protocolo de Lusaka, e quando o país regressou à guerra, a UNITA e o governo a recusaram-se a abrir novos corredores humanitários e a garantir a segurança do pessoal da ajuda humanitária. Este fato resultou numa degradação da crise humanitária, que já tinha alcançado níveis catastróficos em meados de 1993. Com o encerramento da UCAH, o organismo sucessor do DAH, o Escritório para a Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA), continuou o trabalho em Angola, nomeadamente na coordenação da ajuda a soldados acantonados e às suas famílias, assim como às pessoas deslocadas e retornadas.<br><br>Conclusão<br><br>As atividades da ONU em Angola estavam comprometidas desde o início. Margaret Anstee observou que: &#8220;como a experiência do Camboja demonstrou, mesmo com um mandato forte e recursos adequados, é virtualmente impossível para uma força de manutenção de paz desmobilizar e desarmar completamente um exército guerrilheiro espalhado por um país vasto em extensão e com fronteiras porosas&#8221;. Conseqüentemente, o papel da ONU foi-se restringindo cada vez mais a operações humanitárias e um pequeno departamento de direitos humanos. Estas deficiências constituíram lições salutares para a organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De: Theodoro da Silva Junior &lt;theojr@terra.com.br&gt;<br>Data: 6/10/2006 (14:48:52)<br>Assunto: UNAVEM-ANGOLA=O papel das Nações Unidas no processo de paz angolano<br>O papel das Nações Unidas no processo de paz angolano</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="405" height="270" src="http://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/160271AgolaLuandaUNAVEMIII15March1997.jpg" alt="" class="wp-image-497" srcset="https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/160271AgolaLuandaUNAVEMIII15March1997.jpg 405w, https://batalhaosuez.com.br/wp-content/uploads/2022/09/160271AgolaLuandaUNAVEMIII15March1997-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 405px) 100vw, 405px" /><figcaption>Brazilian<br> Troops on Parade in Angola<br>Peacekeepers of the United Nations Angola Verification<br>Mission<br> III (UNAVEM III) Brazilian battalion on welcome<br>parade<br> during the visit of Secretary-General Kofi Annan.<br>Location: Luanda, Angola Date: 15 March 1997</figcaption></figure>
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		<title>Prece Árabe</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 21:43:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Deus, não consintas que eu sejao carrasco que sangra as ovelhas,nem uma ovelha nas mãos dos algozes.Ajuda-me a dizer sempre a verdadena presença dos fortes e jamais dizer&#160;mentiras para ganhar os aplausos dos fracos. Meu Deus!Se me deres a fortuna,&#160;não me tires a felicidade;se me deres a força,&#160;não me tires a sensatez;se me for dado&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/prece-arabe/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Prece Árabe</span></a>]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Deus, não consintas que eu seja<br>o carrasco que sangra as ovelhas,<br>nem uma ovelha nas mãos dos algozes.Ajuda-me a dizer sempre a verdade<br>na presença dos fortes e jamais dizer&nbsp;<br>mentiras para ganhar os aplausos dos fracos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu Deus!<br>Se me deres a fortuna,&nbsp;<br>não me tires a felicidade;<br>se me deres a força,&nbsp;<br>não me tires a sensatez;<br>se me for dado prosperar,&nbsp;<br>não permita que eu perca a modéstia,&nbsp;<br>conservando apenas o<br>orgulho da dignidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ajuda-me a apreciar o outro lado das coisas,&nbsp;<br>para não enxergar a traição dos adversários,<br>nem acusá-los com maior severidade do que a mim mesmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não me deixes ser atingido pela ilusão da glória quando bem sucedido&nbsp;<br>e nem desesperado quando sentir o insucesso.<br>Lembra-me que a experiência de um fracasso poderá proporcionar um progresso maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ó Deus!&nbsp;<br>Faze-me sentir que o perdão é o maior<br>índice da força e que a vingança é prova de fraqueza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se me tirares a fortuna, deixe-me a esperança.<br>Se me faltar a beleza da saúde, conforta-me com a graça da fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quando me ferir a ingratidão&nbsp;<br>e a incompreensão dos meus semelhantes, cria em minha alma a força da desculpa e do perdão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E finalmente Senhor, se eu Te esquecer te rogo, mesmo assim, nunca Te esqueças de mim!</p>
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		<title>O verdadeiro Guerreiro</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 21:42:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O&#160;verdadeiro guerreiro é aquele que segue o caminho da luz,&#160;e ajuda os demais para que também possam encontrar seu caminho através dela. O verdadeiro guerreiro é aquele que não teme a morte, nem a obscuridade,&#160;e sabe muito bem desde que nasce, qual é o seu verdadeiro caminho.&#160; O verdadeiro guerreiro leva como companheiras a morte&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/o-verdadeiro-guerreiro/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">O verdadeiro Guerreiro</span></a>]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O&nbsp;</em></strong>verdadeiro guerreiro é aquele que segue o caminho da luz,&nbsp;e ajuda os demais para que também possam encontrar seu caminho através dela.<br><br>O verdadeiro guerreiro é aquele que não teme a morte, nem a obscuridade,&nbsp;e sabe muito bem desde que nasce, qual é o seu verdadeiro caminho.&nbsp;<br><br>O verdadeiro guerreiro leva como companheiras a morte e a obscuridade,&nbsp;somente para que elas o recordem constantemente de que não deve deixar&nbsp;<br>que se adiantem a ele mas sim que ele vá na frente delas.<br><br>O verdadeiro guerreiro extrai sua grande força e energia do Amor e da Luz,&nbsp;energia universal que a tudo abarca, eterna e indestrutível.&nbsp;<br>E quando um guerreiro cai, no mesmo momento outro ocupa o seu lugar.&nbsp;<br><br>O verdadeiro guerreiro não conhece medos ou dúvidas,&nbsp;<br>o seu caminho já está escrito desde antes de nascer e o seu destino também.<br><br>O verdadeiro guerreiro não anuncia sua condição, trabalha e luta em silêncio,&nbsp;sem descanso e sem fadigas.<br><br>Qualquer um de vocês pode ser um guerreiro; mas somente estarás consciente disto,&nbsp;quando a Luz te mostrar o caminho e te indicar que deves iniciar a tua missão.<br><br>O caminho de um guerreiro é um caminho solitário, todos eles o sabem,&nbsp;mas também sabem que não estão sós.&nbsp;<br>São capazes de reconhecer os companheiros de viagem, sem que se diga uma palavra.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é o maior premio dos guerreiros, de saber quem eles são e de que estão ali&nbsp;onde devem estar e que eles são em cada vez maior número.&nbsp;<br><br>É um Exército silencioso, mas com um silêncio que, a cada dia que passa,&nbsp;se torna mais audível para o resto das pessoas.<br><br>A força do Amor e da Luz é a essência que mantém unido&nbsp;<br>tudo o que vemos e que não vemos, e o que no seu devido momento nos dirá&nbsp;de que devemos começar o nosso verdadeiro caminho.<br><br>Estão te esperando, mas não precisas ter pressa e nem impaciência.&nbsp;Simplesmente chegarás. (Castañeda)</p>
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		<title>Oração pelos amigos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 21:42:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pai, eu Lhe peço que abençoe meus amigos que estiverem lendo esta mensagem.&#160;Faça-lhes uma nova revelação de Seu amor e poder.&#160;Espírito Santo, peço-Lhe que ministre o espírito deles neste momento.&#160;Onde houver dor, conceda-lhes Sua paz e misericórdia.&#160;Onde houver dúvida, renove-lhes a confiança na Sua capacidade de operar&#160;através deles.&#160;Onde houver cansaço ou exaustão, peço-Lhe que lhes&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/oracao-pelos-amigos/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Oração pelos amigos</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Pai, eu Lhe peço que abençoe meus amigos que estiverem lendo esta mensagem.&nbsp;</strong></em><em></em><em><strong>Faça-lhes uma nova revelação de Seu amor e poder.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Espírito Santo, peço-Lhe que ministre o espírito deles neste momento.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Onde houver dor, conceda-lhes Sua paz e misericórdia.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Onde houver dúvida, renove-lhes a confiança na Sua capacidade de operar&nbsp;</strong></em><em><strong>através deles.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Onde houver cansaço ou exaustão, peço-Lhe que lhes dê compreensão, paciência e força enquanto aprendem a se submeter a Sua direção.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Onde houver estagnação espiritual, peço-Lhe que os renove, revelando Sua proximidade e atraindo-os para maior intimidade com o Senhor.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Onde houver medo, revele Seu amor e incuta-lhes Sua coragem.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Onde houver o obstáculo de algum pecado, revele-o e quebre o poder que estiver exercendo sobre a vida deles.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Abençoe suas finanças, conceda-lhes maior visão, levante líderes e amigos para dar-lhes apoio e encoraje-os.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Dê a cada um discernimento para reconhecer as forças negativas que os rodeiam e revele-lhes o poder que tem no Senhor para derrotá-las.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>Peço-Lhe que faça todas essas coisas em nome de Jesus.&nbsp;<br></strong></em><em><strong>No amor cristão.&nbsp;</strong></em></p>
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		<title>Prece semanal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 21:42:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Senhor, Mesmo sabendo que ainda não somos o que nos cabe ser, te pedimos: Que possamos fazer das nossas atitudes diárias uma trilha de luz e paz, levando conforto àquele que chora; buscando amparar àquele que atravessa um momento de crise; levando a luz da compreensão àquele que vive uma crise de desilusão. Que possamos&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/prece-semanal/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Prece semanal</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Senhor,<br><br>Mesmo sabendo que ainda não somos o que nos cabe ser, te pedimos:<br><br>Que possamos fazer das nossas atitudes diárias uma trilha de luz e paz, levando conforto àquele que chora; buscando amparar àquele que atravessa um momento de crise; levando a luz da compreensão àquele que vive uma crise de desilusão.<br><br>Que possamos fazer de nossos pensamentos um guia de Amor: não nos omitindo ante a provação; trabalhando incessantemente no bem; mantendo a perseverança ante o obstáculo.<br><br>Que possamos levar confiança, onde o pessimismo se instala; levar esperança, onde a desilusão habita; levar tolerância, compreensão e perdão, onde a discórdia exista; levar a paciência, onde a situação seja complexa.<br><br>Que possamos levar afeto e carinho, onde a solidão exista.<br><br>Te rogamos para que possamos trilhar a jornada de nosso aperfeiçoamento interior seguindo , passo a passo, a trilha dos exemplos a nós legados por Jesus e irradiando, assim, sempre à nossa volta gratidão, confiança e Amor.<br><br>Amigos uma excelente semana à todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PAZ e LUZ.</p>
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		<title>Orando com os Boinas Azuis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 21:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[SOLDADOS DA PAZ. Ontem Sentinelas do Oriente Médio Hoje Atalaias na própria Pátria. SOLDADOS DA PAZ. Ontem em Angola e Moçambique e em tantos outros lugares onde ocorrem conflitos. Hoje com uma certeza absoluta: a Paz tornou-se em uma missão permanente para todos os povos e Nações. SOLDADOS DA PAZ. Que os vossos gestos e&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/orando-com-os-boinas-azuis/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Orando com os Boinas Azuis</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-preformatted"><strong>SOLDADOS DA PAZ. </strong>
Ontem 
Sentinelas do Oriente Médio 
Hoje 
Atalaias na própria Pátria.</pre>



<pre class="wp-block-preformatted"><strong>SOLDADOS DA PAZ. </strong>
Ontem 
em Angola e Moçambique 
e em tantos outros lugares 
onde ocorrem conflitos. 
Hoje 
com uma certeza absoluta: 
a Paz tornou-se em uma missão permanente 
para todos os povos e Nações.</pre>



<pre class="wp-block-preformatted"><strong>SOLDADOS DA PAZ. </strong>
Que os vossos gestos e vossas palavras 
encontrem eco em toda a parte. 
Que alcancem até os céus 
e cheguem perante o trono 
do Altíssimo Senhor e Deus.</pre>



<pre class="wp-block-preformatted">Que o Espírito de Deus 
mova os corações 
de todos os homens. 
Que o Espírito de Deus 
motive a mente de cada um 
para a busca de caminhos 
sempre novos e concretos 
visando a construção de um mundo 
onde se possa respirar 
Liberdade e Paz! 
Livres dos fanatismos desvairados. 
Livres de agressões estúpidas.</pre>



<pre class="wp-block-preformatted">Nesta hora, 
diante deste altar improvisado 
os nossos olhos são firmados 
para ver e reconhecer 
para ouvir e saber 
qual a base mais cara 
das tradições 
do meio militar brasileiro: 
- a Fé em Cristo! </pre>



<pre class="wp-block-preformatted"><strong>CRISTO! </strong>
É Ele mesmo quem nos exorta nesta hora. 
É Ele mesmo quem nos assegura 
de que estamos trilhando 
o caminho verdadeiro. </pre>



<pre class="wp-block-preformatted">Nosso Senhor diz: 
- "Bem aventurados 
os pacificadores . . ." 
Eis aí confirmada 
a Missão dos Boinas Azuis, 
A Missão dos Soldados da Paz, 
a Missão de Caxias, 
a Missão de Todos Nós! </pre>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>AS FORÇAS DE PAZ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 21:39:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[OUTRAS MISSÕES &#8211; RESUMO Ação de PM.s em Missões de Paz pelo mundo www.missaodepaz.wordpress.com FAIBRAS &#8211; Força Armada Interamericana do Brasil Ano/Período Operação Efetivo Descrição Abr 90 – Jan 92 ONUCA(Honduras, Nicarágua, Guatemala, El Salvador e Costa Rica) 34 O Brasil contribuiu com observadores militares para o Grupo de Observação das Nações Unidas na América&#8230; <a class="more-link" href="https://batalhaosuez.com.br/as-forcas-de-paz/">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">AS FORÇAS DE PAZ</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="477" class="elementor elementor-477" data-elementor-post-type="post">
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>OUTRAS MISSÕES &#8211; RESUMO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ação de PM.s em Missões de Paz pelo mundo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.missaodepaz.wordpress.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.missaodepaz.wordpress.com</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="http://www.batalhaosuez.com.br/ForcasDePazOutrasMissoesResumoFaibras.htm">FAIBRAS &#8211; Força Armada Interamericana do Brasil</a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td><strong>Ano/Período</strong></td><td><strong>Operação</strong></td><td><strong>Efetivo</strong></td><td><strong>Descrição</strong></td></tr><tr><td><strong>Abr 90 – Jan 92</strong></td><td><strong>ONUCA</strong><strong>(Honduras, Nicarágua, Guatemala, El Salvador e Costa Rica)</strong></td><td><strong>34</strong></td><td><strong>O Brasil contribuiu com observadores militares para o Grupo de Observação das Nações Unidas na América Central (ONUCA).</strong></td></tr><tr><td><strong>Jun 91 – Abr 95</strong></td><td><strong>ONUSAL</strong><strong>(El Salvador)</strong></td><td><strong>63</strong></td><td><strong>O Brasil contribuiu com observadores militares e uma equipe médica para a Missão de Observação das Nações Unidas em El Salvador (ONUSAL).</strong></td></tr><tr><td><strong>Ago 92 – Dez 95</strong></td><td><strong>UNPROFOR</strong><strong>(Ex-Iugoslávia)</strong></td><td><strong>90</strong></td><td><strong>O Brasil enviou observadores militares para a Força de Proteção das Nações Unidas na Ex-Iugoslávia (UNPROFOR).</strong></td></tr><tr><td><strong>Jan 93 – Dez 04</strong></td><td><strong>ONUMOZ</strong><strong>(Moçambique)</strong></td><td><strong>218</strong></td><td><strong>O Brasil contribuiu com observadores militares na Operação das Nações Unidas em Moçambique (ONUMOZ). No período de junho a dezembro de 1994, o Exército manteve na missão uma companhia de pára-quedistas reforçada (170 homens)</strong></td></tr><tr><td><strong>Ago 93 – Set 94</strong></td><td><strong>UNOMUR</strong><strong>(Uganda e Ruanda)</strong></td><td><strong>13</strong></td><td><strong>O Brasil cedeu dez observadores militares e uma equipe médica com três militares na Missão de Observação das Nações Unidas em Uganda-Ruanda (UNOMOR).</strong></td></tr><tr><td><strong>Set 93 – Nov 93</strong></td><td><strong>UNOMIL</strong><strong>(Libéria)</strong></td><td><strong>3</strong></td><td><strong>O Brasil cedeu observadores militares da UNAVEM II para servir na Operação das Nações Unidas na Libéria (UNOMIL).</strong></td></tr><tr><td><strong>Out 94 – Dez 00</strong></td><td><strong>MINUGUA</strong><strong>(Guatemala)</strong></td><td><strong>39</strong></td><td><strong>O Brasil cedeu observadores militares para supervisionar o aquartelamento e desmobilização da guerrilha guatemalteca na Missão das Nações Unidas na Guatemala (MINUGUA).</strong></td></tr><tr><td><strong>Desde Set 94</strong></td><td><strong>MARMINCA</strong><strong>(Honduras, Nicarágua, Guatemala e Costa Rica)</strong></td><td><strong>60</strong></td><td><strong>O Exército Brasileiro vem participando na Missão de Assistência à Remoção de Minas na América Central (MARMINCA) sob a égide da Organização dos Estados Americanos (OEA) com uma equipe de supervisores de desminagem.</strong></td></tr><tr><td><strong>Mai 95 – Jan 96</strong></td><td><strong>UNCRO</strong><strong>(Croácia)</strong></td><td><strong>2</strong></td><td><strong>O Brasil contribuiu com observadores militares Operação de Restauração da Confiança das Nações Unidas na Croácia (UNCRO).</strong></td></tr><tr><td><strong>Mar 95 – Jun 99</strong></td><td><strong>MOMEP</strong><strong>(Equador e Peru)</strong></td><td><strong>133</strong></td><td><strong>A Missão de Observadores Militares Equador – Peru (MOMEP) foi criada em 10 Mar 95 e concluída em 30 Jun 99. O Exército participou com observadores militares e efetivos do grupo de apoio à missão e pilotos de helicópteros.</strong></td></tr><tr><td><strong>Mar 95 – Fev 99</strong></td><td><strong>UNPREDEP</strong><strong>(Macedônia)</strong></td><td><strong>5</strong></td><td><strong>O Brasil cedeu observadores militares à Força de Desdobramento Preventido das Nações Unidas na Ex-Ioguslávia de Macedônia (UNPREDEP).</strong></td></tr><tr><td><strong>Jan 96 – Jan 98</strong></td><td><strong>UNTAES</strong><strong>(Eslavônia Oriental)</strong></td><td><strong>9</strong></td><td><strong>O Brasil participou com observadores militares na Administração Transitória das Nações Unidas na Eslavônia Oriental (UNTAES).</strong></td></tr><tr><td><strong>Jan 96 – Dez 02</strong></td><td><strong>UNMOP</strong><strong>(Península de Prevlaka)</strong></td><td><strong>5</strong></td><td><strong>O Brasil participou com observadores militares na Missão das Nações Unidas na Península da Prevlaka (UNMOP).</strong></td></tr><tr><td><strong>Jun 97 – Out 99</strong></td><td><strong>MONUA</strong><strong>(Angola)</strong></td><td><strong>35</strong></td><td><strong>O Brasil contribuiu com observadores militares, oficiais de Estado-Maior e um componente militar médico na Missão de Observação das Nações Unidas em Angola (MONUA).</strong></td></tr></tbody></table></figure>
								</div>
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					</div>
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