OS
CAPACETES AZUIS E AS FORÇAS DE PAZ DA ONU

As Forças de Paz foram criadas e desenvolvidas pela ONU como uma das
maneiras para se manter a paz e a segurança internacionais.
Desde 1948, aproximadamente 750 mil policiais militares e civis e milhares de outros voluntários
vêm servindo nas operações das forças de paz; perto de 1500 pessoas morreram
enquanto serviam nas missões.
Muitos soldados da paz, muitas vezes chamados de “capacetes
azuis”, tornaram-se soldados da ONU como voluntários de seus governos
para dedicar-se à disciplina e treinamento nas tarefas de restauração e
garantia da paz.
- Regresso da missão
Estes soldados receberam o "Prêmio Nobel da Paz" em 1988.
Os governos têm ampliado o auxilio
a ONU na mediação de conflitos étnicos e nacionalistas que têm aflorado em
muitas regiões desde o fim da Guerra Fria.
Missões complexas que envolvem
simultaneamente ações políticas, militares e humanitárias têm acontecido após
as experiências obtidas nas “tradicionais.” operações de paz, que
envolvem principalmente tarefas militares típicas tais como a monitoria de
zonas de “cessar-fogo”,
separação de grupos hostis e mediação em zonas de conflito.
Policiais civis, observadores eleitorais, monitores dos direitos humanos e
outros civis têm se juntado aos militares da ONU.
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As forças de paz têm sido requisitadas para ajudar no desarme e
desmobilização de guerrilhas, para treinar e monitorar policiais civis e para
organizar e observar eleições.
Trabalhando com agências da ONU e outras
organizações humanitárias, têm ajudado refugiados no retorno para casa,
advertido a respeito dos direitos humanos, desativado minas terrestres iniciando
reconstruções.
Para uma operação de paz (vir a) acontecer, é preciso uma ordem clara e
praticável, um comando efetivo nos QG’s e no campo de batalha, sustentação
política e financeira garantida pelos Estados Membros e talvez o mais
importante à cooperação das partes em conflito.
A missão deve ter o
consentimento do Governo no pais onde for desenvolvida e usualmente das partes
envolvidas e não deve usar qualquer método para favorecer uma parte em
detrimento de outra.
A mais poderosa “arma” das forças de paz é sua
imparcialidade.
As tropas que servem nas forças de paz carregam armas leves e são
aconselhadas a usar o mínimo de força, sempre em autodefesa, ou no caso de
pessoal armado tentar conter suas missões autorizadas.
As forças de paz não podem impor a paz onde ela é insustentável.
De
qualquer maneira, onde as partes em conflito submetem-se a resolver suas diferenças
em paz, a operação pode ser um catalisador e ajudar a criar um “lugar para
respirar”: um ambiente mais estável e seguro onde soluções políticas
duradouras possam se instituídas e implementadas.
Colaboração: Boina Azul Theodoro
da Silva Jr.
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